Pacientes relataram ter aguardado por mais de 6 horas sem atendimento na emergência da Maternidade Natus Lumine, em São Luís, enfrentando demora no atendimento em um momento de vulnerabilidade.

Segundo os relatos, diversas grávidas precisaram deixar a unidade e buscar atendimento em outros hospitais devido à demora. O motivo seria a ausência de profissionais suficientes no plantão, já que apenas uma obstetra estava de serviço e permanecia no centro cirúrgico realizando partos, impossibilitando o atendimento na emergência.

Uma das pacientes afirmou que chegou a esperar horas, não foi examinada fisicamente e precisou recorrer ao sistema público de saúde, mesmo pagando um plano de saúde de alto custo.
“Fiquei sem atendimento, não fui examinada e precisei procurar um hospital público. Não é a primeira vez que isso acontece. Já fiquei internada duas vezes durante a gestação e nunca tive retorno da obstetrícia”, relatou.
O caso levanta questionamentos sobre a estrutura oferecida pela unidade e reacende o debate sobre a qualidade do atendimento prestado às gestantes, especialmente em situações de urgência.
A reportagem entrou em contato com a direção da maternidade para obter um posicionamento sobre as denúncias. No entanto, até o fechamento desta matéria, não houve retorno.





































