Há 15 dias, a idosa Leonizia Nunes, de 87 anos, vive uma rotina de sofrimento no anexo do Hospital Municipal Djalma Marques – Socorrão II, em São Luís. Internada com fratura no fêmur e na bacia, ela aguarda por uma cirurgia considerada urgente, mas até agora sem previsão para ser realizada.

Familiares relatam dias de aflição, marcados pela incerteza e pela falta de informações concretas sobre o procedimento. Segundo eles, a idade avançada da paciente torna o quadro ainda mais delicado, aumentando os riscos a cada dia de espera.
Casos de fratura de fêmur em idosos são considerados graves. Protocolos médicos recomendam que a cirurgia seja feita o mais rápido possível para evitar complicações como infecções, trombose, perda permanente de mobilidade e até risco de morte.
A situação tem gerado revolta e levanta questionamentos sobre a fila de cirurgias ortopédicas na rede pública. Enquanto isso, a família clama por providências urgentes e por uma resposta que devolva esperança em meio à angústia.



































